Brasil na Libertadores

No post passado, a máquina de bloggar: Yuri Moleiro – batendo o record com 1.000 posts consecutivos em menos tempo, superando o Juca Kfouri que vem logo atrás com 999 – falou bastante e bem sobre o jogo do Santos. Concordo com o post dele e o amigo que ficou louco com os 3 volantes é justamente esse que vos fala escreve.
Um time essencialmente ofensivo como o Santos, a meu ver, não pode jogar com três volantes – exceto em casos extremos. Na final do Paulistinha2010, com 3 jogadores a menos, correndo o risco de perder toda a campanha só de tomar um gol: sou a favor. Jogando contra um time Venezuelano na estréia da Libertadores: sou contra. Outra falha do Adílson foi deixar o Neymar começar jogando e simplesmente escalar Diogo. A dupla deveria se, va lá, já que ele gosta tanto de escalar o ex-flamenguista, Zé Love e Diogo. Aos vinte, vinte e cindo do segundo tempo, entraria Neymar descansado para pegar o adversário cansado e fazer o que ele faria durante 90 minutos se não tivesse jogado um mês de Sul-Americano sub-20.

Mas chega de Santos. O jogo do Fluminense já passou, o segundo jogo deles esta quase aí, mas esse empate contra os argentinos dentro de casa é um resultado ruim, vale dizer. Mas também vale dizerfalar que isso não quer dizer nada, acho que é consenso que o Flu vem forte e é sério candidato ao título. O time é completo, de zaga ao ataque, tem um dos melhores técnicos do país…fora o craque, apesar de argentino, Conca. Agora um momento bonito: Corinthianos, não sintam-se sozinhos, não sintam-se abandonados, humilhados em solidão…o Fluminense também nunca ganhou uma Libertadores. E temos que lembrar: o último Brasileirão vencido pelo Fluminense foi o de 1984, e com um projeto bem feito eles levaram o de 2010. Não duvido do projeto deles para a Libertadores. Vamos esperar o segundo jogo e comentar.

O Cruzeiro jogou muito, mas muito bem ontem. O time estava redondinho, quase todos os jogadores jogaram seu melhor futebol. Montillo está em excelente forma e acerta o time de Minas como poucos fariam. Até o Roger, quem diria, jogou bem. Foi a reedição da tragédia de 2009, quando o Cruzeiro – de Adílson Batista, diga-se de passagem – tinha a Libertadores na mão e a perdeu no Mineirão lotado. Agora, diante do algoz, a raposa enfiou cinco (eu disse CINCO) a zero. Excelente começo para um dos candidatos ao título – ao lado de Santos e Fluminense.

Não sei muito do jogo do Inter, só sei que rolou empate no finalzinho. Primeiro ano da história recente que o Inter não entra como favorito na Libertadores, e também justo agora, no primeiro ano de blog, não temos nenhum jogo do São Paulo para comentar. Veja só!

Por Bruno Jeuken

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